quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A LÍNGUA PORTUGUESA É DIFÍCIL.....ATÉ PARA FAZER AMOR!

  
AMÁ-LA   ou   AMAR-TE? 

O marido, ao chegar em casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada :
          - Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:
          - A mala... ah não sei onde está, não! Use a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.
         - Não é isso querida, hoje vou amar-te.
         - Por mim, você pode ir a Júpiter, a Saturno ou até à puta que o pariu, desde que me deixe dormir em paz...
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Este texto e os a seguir foram trabalhados no Congresso:

SINCERIDADE   MASCULINA...


Um homem estava em coma há algum tempo. Sua esposa ficava a sua cabeceira dia e noite, até que um dia o homem acorda, faz um sinal para a  mulher para se aproximar e sussurra-lhe:
Durante todos estes anos você sempre esteve ao meu lado.  Quando me licenciei, você ficou comigo.  Quando a minha empresa faliu, você ficou lá, e me apoiou. Quando perdemos a casa, você ficou perto de mim. Quando perdemos o carro, vc também estava comigo. E desde que fiquei com todos esses problemas de  saúde, você nunca me abandonou.  Sabe de uma coisa?
Os olhos da mulher encheram-se de lágrimas:

- Diz amor...

- Acho que você me dá azar !
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Modo      Verbal   algumas dicas
O que é modo verbal? É a maneira do falante se expressar. Há três modos: Resumo
Indicativo, modo da certeza
Subjuntivo: modo da dúvida(incerteza)
Imperativo: modo da ordem, do pedido, do conselho...

Qualquer falante de uma língua estará em uma dessas situações, conforme o  momento ou o contexto: ora, se colocando de maneira  real, positiva (é o caso do modo indicativo), ora de maneira hipotética, naturalmente com indicativo de incerteza(é o caso do modo subjuntivo) e finalmente , com uma linguagem indicando um pedido, uma ordem... é o caso do imperativo.
Ilustremos com exemplos:
l. Eu sou feliz.  Minhas aulas serão melhores com sua ajuda. Estava na reunião. Com isso quero mostrar que  no modo  indicativo, não importa se estamos no tempo presente, pretérito ou futuro. Observe que exclui o pretérito mais que perfeito simples (eu cantara, partira, dissera...) por estar em desuso, optando pelo mais que perfeito composto, tinha cantado, tinha partido, tinha dito...)
Já que não é muito difícil esse assunto, falemos do IMPERATIVO, uma vez ser um assunto pouco estudado nas escolas, razão pela qual há tanta dúvida, além das próprias gramáticas, também, serem incompletas, obscuras nesse assunto. Pena, porque é um  uso muito importante na parte da Gramática chamada  COLOCAÇÃO, além da maioria dos casos ser  de Concordância.
O imperativo é formado dos tempos pres. do indicativo e do subjuntivo, na seguinte forma: o imperativo negativo é formado apenas do pres. do subjuntivo+ mais uma partícula negativa. Já o imperativo afirmativo tem certas particularidades. Vejamo-las:
Lembrete!  Se vamos dar uma ordem, não é comum dar a mim mesmo, mas a: tu, vós, você (s) e nós.
Enquanto a formação do imperativo negativo  está no presente do subjuntivo, o imperativo afirmativo está distribuído na seguinte forma: tu e vós tiro do presente do indicativo eliminando a desinência “S,”  já você, vocês e nós, tiramos do presente do subjuntivo normalmente. Exemplos:
Imp. Afirmativo: Vem que o tempo pode afastar nós dois. Vai, boidadeiro que a noite já vem... Esqueça que ele não TE ama... Olha dentro de meus olhos... Perdoa-nos as nossas ofensas... Guarda tu, Maria o meu coração...
Ide pelo mundo...e anuncia... o evangelho a toda a criatura.
Imper.negativo: Nunca se esqueça nenhum segundo que eu tenho amor, maior do mundo...  Não pise na grama. Não durma tarde, Anderson.

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A ONÇA E O GATO
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois indo juntos para a fonte encontraram lá o rato, e então disse a onça para o gato:
- Compadre, vamos ver quem de um só pulo pega o camarada rato?
- Vamos, disse o gato.
- Só você pulando adiante, disse a onça.
O gato pulou em cima do rato, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou. A onça desapontada disse:
- Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou e não acabou...
O gato respondeu:
Nem tudo os mestres ensinam aos seus aprendizes.

Adaptação de Augusto Pessôa do conto popular “A Onça e o Gato”.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

RICARDO GUERRA E WILSON SANTOS

O professor Ricardo Guerra (Jaqueira) e Wilson Santos, na FAMASUL - 19.11.13
E aí ! estamos nessa! o Congresso nos uniu mais e mais...rs
Que contagiemos a todos com essa alegria!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sugestão:
Para escrevermos, como dica de entrarmos em produção textual, tenhamos a obra "O perfil do professor de literatura e as estratégias de produção textual" de Admauro Gommes.

Com esta sugestão, dou o primeiro passo para na direção de alguém que queira de fato escrever. Escrever uma carta, um artigo etc, diria que esta obra desse grande escritor estimula, ou em linguagem tradicional: inspira. Nos arquivos meus da "Janela Aula" deste BLOG também trago, naturalmente para os interessados, uma síntese gramatical, além de textos, os quais também são úteis para a melhoria de escrever/ler...rs. Gostaria de arrumá-los melhor, mas tenho pressa POR VOCÊS...